Existe uma calmaria no meio dessa poeira; tal falta de solidão.
No meio desse não existir, existe alguém que pensa em ti, soldado das mãos lilás.
O balde de tinta na mão, e um cigarro ao chão; viciando meus versos.
Barulho lá fora, borbulha aqui dentro, confundindo você.
Voa vento, me leva embora, aonde sol se põe.
Canta pássaros, e me deixa ser livre.
Conta meus passos, pra eu não me perder.
Volta a fita, brincadeira de roda.
Se joga na vida, sem medo da corda.
Pés sujos ao chão, brincar de bola.
Esquece o adeus, e também de crescer.
Acorda amanha, vai dormir hoje.
Quinze anos mais velho, acorda irresponsável.
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Um comentário:
Adoro muito seus textos, vc se xpressa tao bem!! Suas palavras são mais que escritos parecem voar.
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