quinta-feira, 25 de setembro de 2008

me deixe em paz.


Avance o sinal, chame de filho da puta aquele coxinha que esta parado ali na esquina.
Coma um maço de cigarros, pode ser do mais barato.
Desce uma, duas, três cervejas.
Desce do carro, vamos pegar a estrada a pé.
Subir o morro com medo de cair pra trás, mais vamos.
Correr contra o tempo, parar o relógio da igreja, que pros fieis bate as sete.
Pixa o muro da prefeitura chamando de corrupto, aqueles engravatados.

Mas deixa, por favor, me deixa;
Deixa eu cuspir a raiva que já passei até agora.
Me deixa, deixa minha paz.

Um comentário:

Rafaella disse...

nada disso adiantará, não é mesmo?