terça-feira, 16 de setembro de 2008

destino.

EI, espero que você segure firme a minha mão agora.
É, você tal destino.
E não me subestime, e nem sinta pena de mim. Não tenhas medo, e não me julgue.
Mais segure firme a minha mão. E jamais me pergunte o que estou fazendo quando eu quiser encontrar o teu começo, entender seu meio, e procurar teu fim.
Olhe bem nos meus olhos, e, por favor, não minta pra mim.
E por nada nesse mundo me faça chorar. Mais me mostre o que é certo, e o que é errado.
Mais não me faça chorar. E olhe aqui, bem no fundo dos meus olhos... Tu enxerga tudo que eu já vivi? Ou pelo menos 1%? Você pode sentir por entre esses risos no meu olhar, tudo que já se passou nessa minha vida?
Segure a minha mão, e me ensine a caminhar, sem medo dos carros.
Olha, meu medo é andar na contramão. Talvez eu tenha que aprender muito ainda.
Hei, destino, tu podes me ensinar?
E se puder, tu me ensina a temer as coisas boas? E saldar as coisas ruins como se fossem presentes divinos me ensinando que a sua proposta é me ensinar a viver!
Olha, e se não for pedir muito, não solte a minha mão, jamais.

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